outubro 17, 2017

Casa Feita Com Janelas Velhas!

Bom dia pra todos!

O fotógrafo Nick Olson e a designer Lilah Horwitz fizeram essa encantadora casa feita de janelas velhas, num lugar belíssimo, nas montanhas da Virginia Ocidental.
Eles sempre sonharam em ter uma casa onde pudessem admirar as estrelas e o pôr do sol dentro de seu lar, e desenharam um pequeno rascunho em um guardanapo de papel.

Quando, finalmente, encontraram o local perfeito, na fazenda da família de Nick, começaram a desenvolver melhor a ideia.
Grande parte do material usado veio de um celeiro abandonado. Assim, conseguiram construir uma aconchegante casa, com paredes feitas de de janelas recicladas, e com apenas US$500,00, mas também, é claro, muito trabalho.

Nick Olson diz também que, só foi possível construir a casa porque, em primeiro lugar, ele a mulher são artistas e criadores. Como não havia muito orçamento disponível, eles tiveram que ser criativos para construir a casa com pouco dinheiro.

Segundo Nick e Lilah, eles sentem e experimentam a luz de um jeito diferente, pois as mudanças naturais acontecem dentro da própria casa. Assim, conseguem se aproximar um pouco mais da natureza, pois o nascer do sol, a manhã, o entardecer e a noite passam a ser, junto com eles, moradores deste lar.

Um dia o sonho se torna realidade......
Que lindo!
Espero que, como eu, vocês gostem também deste casa simples, mas adorável.
Beijos, e um lindo dia pra todos...

Beatriz Oberg.






Fonte: http://www.limaonagua.com.br





outubro 16, 2017

Fazenda Do Pinhal!


Bom dia amigos e amigas do blog, e pra vocês pessoas queridas que aqui chegam.
Vocês são muito bem vindos!
Hoje eu vou mostrar aqui um pouco de uma fazenda belíssima, a Fazenda do Pinhal.

Segundo Vladimir Benincasa, esta fazenda de 1830 é um importante testemunho das mudanças que foram ocorrendo na arquitetura rural paulista ao longo dos séculos XIX e XX.




As primeiras atividades produtivas da fazenda foram a criação de gado, a produção de cachaça e açúcar.
Logo mais tarde, em meados do século XIX, começaram de forma mais intensa, o plantio do café, e houve a necessidade de fazer adaptações no espaço produtivo, como a construção da tulha e casa de máquinas, dos terreiros de secagem dos grãos, e até mesmo o aumento da senzala.





Após algumas reformas e adaptações, hoje, a casa do Pinhal apresenta duas alas voltadas para os fundos, formando um pátio interno na parte de trás.
Tem 30 cômodos construídos com taipas, uma técnica que era tradicionalmente utilizada por paulistas com materiais da região. Em alguns pontos percebe-se a estrutura da taipa feita com palmito juçara, depois preenchida com o barro, e posteriormente um revestimento e uma caiação.






Localizada em terras da antiga Sesmaria do Pinhal. Na década de 1780, Carlos Bartholomeu de Arruda, avô do futuro Conde do Pinhal, e seu filho, Manoel Joaquim Pinto de Arruda, adquiriram terras por meio de cartas de sesmaria na região dos Campos de Araraquara.

O Conde do Pinhal, Antonio Carlos de Arruda Botelho casou-se pela segunda vez, após o falecimento de sua primeira esposa, com Anna Carolina de Oliveira, e teve doze filhos. 






O auge do desenvolvimento cafeeiro na região dos Campos de Araraquara foi o último quartel do século XIX, momento que atraiu a vinda de muitos imigrantes, especialmente italianos. Antonio Carlos foi responsável pela abertura de várias outras fazendas no Oeste Paulista, mas a Fazenda do Pinhal permaneceu como a morada de sua família.





Antonio Carlos de Arruda Botelho faleceu em 1901. Sua esposa, Anna Carolina, faleceu em 1945. A Fazenda do Pinhal permanece, desde sua fundação até os dias atuais, em mãos de descendentes da Família Arruda Botelho, que mantêm viva a memória de seus ancestrais, sempre se empenhando em preservar este importante patrimônio do interior paulista.





A Condessa do Pinhal, em uma viagem à Europa conheceu naquela época a hidroterapia, e resolveu construir uma escada d'água na propriedade.
Ela costumava subir descalça os quase 100 degraus. O exercício físico e o contato da água com os pés eram uma forma de ativar a circulação. 




Na década de 1980, o imóvel foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat).
E dessa forma ainda temos preservada um pouco da História do nosso País.

Vejam que linda...
E que a gente possa acompanhar o restante das imagens do post recordando essa valsinha de Zequinha de Abreu, interpretada por Alberto Calçada.
Uma bela música.

Tempos gostosos, onde nos finais de tarde nunca faltavam os momentos bons em família após o jantar.
E aí ouviam-se canções, os membros da família conversavam, tocavam piano, e muitas vezes sentindo o aroma delicioso do jardim com manacás, jasmins, malvas, camélias, e damas da noite, espécies que faziam parte do jardim da Condessa.

A vida seguia com paz e tranquilidade...Não tinha essa afobação dos tempos de hoje...Havia um tempo para a fé também, e isso era muito importante.
E são com essas inesquecíveis e belas recordações, que eu desejo uma linda semana pra todos.
Beijos,

Beatriz Oberg.

 











Fonte: http://www.casadopinhal.com.br; https://g1.globo.com



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